Acompanhe aqui:

19 de janeiro de 2016

NBA deseja realizar mais jogos fora dos Estados Unidos e Canadá


A NBA vê com belos olhos o Global Games que ela vem realizando de forma constante nos últimos anos. É a forma que a organização tem de levar a liga para perto de seus fãs que moram longe dos Estados Unidos e Canadá. Só nessa temporada já ocorreram duas pelejas de temporada regular: no México e Inglaterra. Todos considerados um sucesso. E segundo o comissário Adam Silver, a intenção é seguir deixando a porta aberta para outros tantos jogos pelo mundo afora, principalmente na Europa e América Central.

"É claro que é nosso desejo trazer mais equipes e jogar mais partidas na Europa e fora dos EUA. O único problema é o calendário, que é muito denso. Na NBA se jogam três partidas por semana e viajar mais geraria um calendário mais intenso".

Outro ponto pertinente que Silver tocou em sua coletiva (e que eu concordo) é que realizar um evento de pré-temporada é totalmente diferente de um confronto de regular season. Na preseason, os jogadores ficam deslumbrados com as cidades e conseguem relaxar mais. Com a temporada pegando fogo, a coisa muda. Eles precisam focar exclusivamente no jogo. Precisam ser competitivos e mostrarem resultados. Uma pressão 100% maior. Uma vez o próprio Arnon de Mello, diretor da NBA Brasil, falava dessa questão. Na pré-temporada eles vem, ficam vários dias, treinam, participam de eventos e realizam a partida. Na temporada regular é um "oi, jogo e tchau". 

Foi o sexto ano consecutivo da NBA em Londres. O saldo é positivo. A mensagem de "é mais que um jogo" é bem captada pelos fãs, que aproveitam cada segundo. Silver, um cara de várias ideias, cogita até uma All-Star Weekend no velho continente. Algo que seria genial para a expansão da liga. E para finalizar, o comissário ainda tocou naquele projeto de ter uma franquia europeia disputando a NBA. É algo a longo prazo, um pouco ainda distante.

Para 2016, o Global Games foi descartado no Brasil. O motivo é a realização das Olimpíadas aqui em nosso país. E como bem tocou na parte do calendário, é muito complicado receber um jogo de regular. A logística teria que ser bem trabalhada para não afetar nenhuma equipe. São muitas horas de viagens. Europa e América Central são mais viáveis. Nem a China chegou a ser citada. A única certeza é que vivemos em uma National Basketball Association GLOBALIZADA. A organização sabe os países que mais consumem seus produtos e irá até eles. O Brasil é um forte mercado.


0 comentários :

Postar um comentário

Manda a sua mensagem, solta o verbo, fã da NBA!