Acompanhe aqui:

22 de outubro de 2015

Os países que mais cederam jogadores à NBA

Os franceses Batum, Parker e Diaw
Algumas semanas atrás, publiquei aqui no blog um post sobre o aproveitamento das equipes internacionais quando enfrentam times da NBA. Foi muito bacana colher informações e comprovar o crescimento do basquete internacional dentro da NBA. Diversos países já tiveram o prazer de ter um representante em ação contra uma organização americana da principal liga de basquete. Hoje temos uma competição globalizada, onde praticamente todos times contam com atletas nascidos fora dos Estados Unidos. Aí me bateu uma curiosidade: qual é o país que mais cede/cedeu jogadores à NBA?

Como já falamos aqui, a NBA era uma liga fechada. A chegada de David Stern fez os horizontes se abrirem e os atletas internacionais começaram a desembarcar. A explosão aconteceu após os jogos Olímpicos de 1992, quando o Dream Team deu aula de basquete em solo espanhol. Desde então, a vontade de jogadores de fora atuarem no melhor basquete do mundo, era inevitável.

Os argentinos Ginobili e Scola
Tudo começou com Hank Biasatti, lá na temporada 1946-1947. Biasatti nasceu na Itália, mas acabou se naturalizando canadense. No levantamento oficial da liga, o que conta é a naturalização do atleta, o país que ele disputou uma competição oficial. Portanto, essa será a base dos números aqui apresentados. Outro exemplo claro é Scott Machado, que nasceu nos Estados Unidos, mas com pais brasileiros. Scott inclusive já atuou com a camisa brasileira em alguns jogos amistosos.

Por falar em Brasil, nosso país é o quarto (ao lado da Austrália) que mais cedeu profissionais para a NBA em toda a história. Lidera na América do Sul. Foi Rolando Ferreira, em 1988, que abriu as portas para o país. A lista completa é composta por Joao Vianna, Alex Garcia, Rafael Araújo (Babby), Nenê, Anderson Varejão, Leandrinho, Marquinhos, Tiago Splitter, Vitor Faverani, Fab Melo, Lucas Bebê, Bruno Caboclo, Scott Machado, Raulzinho, Huertas e Felicio.

A França, com 23 atletas, lidera na Europa. Nigéria lidera na Áfria, China lidera na Ásia. O Canadá, ali do ladinho dos States, é o principal país a fornecer jogadores. O país conta com 6 naturalizados, como Steve Nash (nascido na África do Sul), Sim Bhullar (nascido na Índia) e Samuel Dalembert (nascido no Haiti). Como citei ali em cima, todos esses são considerados canadenses por já terem atuado pelo país em competição internacional.

Confira quantos jogadores os países cederam para franquias da NBA:

Canadá - 31
França - 23
Servia - 21
Austrália - 17
Brasil - 17
Croácia - 14
Espanha - 14
Nigéria - 14
Alemanha - 11
Reino Unido - 11
Rússia - 11
Lituânia - 10
Porto Rico - 10
Argentina - 9
Grécia - 9
Senegal - 9
Eslovênia - 9
Turquia - 9
Montenegro - 8
República Dominicana - 7
Georgia - 7
Itália - 7
Ucrânia - 7
Jamaica - 6
Bósnia e Herzegovina - 5
China - 5
Holanda - 5
México - 4
Panamá - 4
Venezuela - 4
Bahamas - 3
Belize - 3
Camarões - 3
República Tcheca - 3
Congo - 3
Haiti - 3
Irlanda - 3
Líbano - 3
Nova Zelândia - 3
Filipinas - 3
Polônia - 3
Ilhas Virgens - 3
Bulgária - 2
Cuba - 2
Finlândia - 2
Guiana - 2
Israel - 2
Japão - 2
Letônia - 2
Líbia - 2
Macedônia - 2
Catar - 2
Suécia - 2
Suíça - 2

Lista completa contendo até os países com apenas um representante, você pode achar aqui.

Obs: Territórios americanos como Ilhas Virgens e Porto Rico são considerados internacionais;
Obs2: Um ponto inverso dos exemplos que dei é Kyrie Irving, que nasceu na Austrália, mas seus pais são americanos. O armador do Cavs representa os Estados Unidos.

Maiores dúvidas é só enviar nos comentários ou no Twitter que estarei esclarecendo.

Siga o Paixão NBA no Twitter

0 comentários :

Postar um comentário

Manda a sua mensagem, solta o verbo, fã da NBA!