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14 de abril de 2015

Em meio a tantas trocas, o Celtics consegue vaga nos playoffs



O tempo é de vacas magras no Boston Celtics. O time de maior número de campeonatos da NBA vive um momento bem diferente daqueles vividos nos anos 60, vividos nos anos 80 de Larry Bird, e bem diferente dos anos vividos na parte final dos anos 2000 (KG, Pierce e Allen). Hoje o pensamento é de reconstrução, de formar um grande time com peças buscadas no Draft e no elenco das outras franquias (aqueles reservas sem brilho). O curioso é que essa fórmula deu certo! O Celtics conseguiu sua classificação para a pós-temporada na segunda-feira sem mesmo precisar jogar, contando com o triunfo do Bulls sobre o Brooklyn Nets. Festa do 'Verdão de Massachusetts'.

É com certeza uma das maiores surpresas que esse ano proporcionou. Mas por que a surpresa, Matheus? Ora, durante a temporada parecia que o modo TANK seria ativado com força máxima. Danny Ainge, o presidente das operações de basquete, fez inúmeras trocas, garantiu várias escolhas de 1ª rodada no Draft, se livrou de alguns contratos e reformulou o elenco. Vale o registro que Jeff Green e Rajon Rondo, principais nomes, foram trocados. Mesmo assim, nada deteve o 'Celtão da Massa', carinhosamente apelidado pelo PN.

O trabalho do coach Brad Stevens é de encher os olhos e bater palmas. O cara teve 40 (QUARENTA) jogadores ao todo passando por Boston e vestindo a camisa verde (nem todos vestiram de forma efetiva). Trocas, trocas, trocas e trocas. Com tanta alteração assim, quem consegue trabalhar? O técnico que passa pelo seu segundo ano, conseguiu.

Hoje o comandante desse bonde trabalha com Avery Bradley, Evan Turner, Brandon Bass, Jae Crowder e cia. Mas o destaque foi o ingresso de Isaiah Thomas, que chegou em meio aquela Trade Deadline maluca. No escuro, o Celtão buscou um atleta que fez o elenco encorpar, ganhar qualidade e um gás para a reta final da temporada. E foi nessa reta final que o time passou por Pacers, Hornets, Heat e Nets. Hoje é sétimo lugar nesse leste doido, onde as coisas se alteram constantemente.

O povo apaixonado de Boston vai contemplar, mais uma vez, o time na pós-temporada. A camisa pesa. O adversário respeita demais o Celtics, é um time poderoso. O TD Garden vai pulsar. É bom vê-lo nos playoffs, Celtão!

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