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15 de fevereiro de 2015

O NBA All-Star ainda empolga

ZACH LAVINE MONSTRO
Já passam das duas da manhã e a adrenalina de acompanhar o segundo dia de eventos do NBA All-Star 2015 ainda não abaixou. Sim, essa breve parada na temporada regular para realizar o fim de semana das estrelas ainda empolga, queiram vocês ou não. Sou suspeito para dizer isso, pois sou extremamente fã, mas tentarei levantar alguns pontos.

Primeiro de tudo, a audiência foi espetacular. O Twitter estourou. Os amantes da liga aqui no Brasil, em pleno carnaval, pararam para assistir os concursos que o sábado reservava. Nesses anos que acompanho mais de perto a liga, a carga de tweets lembrou muito os confrontos decisivos de playoffs e até mesmo a NBA Finals. Todos os olhares estavam voltados para a mesma coisa. Terminava um concurso e já começava o outro, apenas um leve intervalo para o pessoal ajeitar a quadra.

Quando parece que esse evento está morto, caído e sonolento, vem 2015 e acaba com essa história. Divertido, emocionante e empolgante, o sábado garantiu a noite para quem optou por não pular carnaval. É a galera do BLOCO UNIDOS PELA NBA. As horas voaram. 

A tag criada pela ESPN chegou a ser o segundo assunto mais comentado no Twitter em todo o Brasil. Isso é gigante porque estamos falando do ALL-STAR. Apesar de todo o clima de festa, é apenas uma parada para os jogadores respirarem a aproveitarem a atmosfera que a NBA proporciona. Quero só ver nos momentos decisivos! Os dois finalistas do Slam Dunk Contest também foram parar nos TTs.

O torneio de três pontos foi um show à parte. A organização do torneio conseguiu reunir OS MELHORES nomes disponíveis. Foi animal ver jogadores sendo eliminados mesmo atingindo a marca de 20 pontos. O nível técnico foi absurdo. O torneio de enterradas tinha a desconfiança da maioria, mas bastou Oladipo e Zach LaVine abrirem a caixa de ferramentas que os fãs mudaram o pensamento. O Mason Plumlee e Giannis Antetokounmpo decepcionaram, no entanto os outros dois garantiram a festa. Um menino de 19 fez mais de 215 países PULSAREM em suas residências, em bares, no ginásio, nas ruas... foi DEMAIS!

Eu não sei vocês, mas eu vou descansar de alma lavada. De saber que ainda temos emoção na NBA All-Star e ver todo o crescimento que a liga tem a medida que o tempo vai passando. Essa tal de NBA é enorme.

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