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12 de janeiro de 2015

O Miami Heat atira no escuro e acerta Hassan Whiteside


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Definitivamente o Miami Heat mudou. LeBron James voltou para Cleveland, alguns jogadores saíram e o time manteve Chris Bosh e Dwyane Wade. Boas aquisições chegaram (Deng, McRoberts e Granger), mas em quadra não houve o basquete planejado pela alta cúpula da organização (até a torcida esperava mais). Entre os trancos e barrancos, o Heat vai se virando e vai se mantendo na zona de classificação para os playoffs. Nos últimos jogos, o time teve um salto de produção e podemos destacar um nome: HASSAN WHITESIDE

Hassan Niam Whiteside nasceu na Carolina da Norte em 13 de junho de 1989. Na faculdade, jogou apenas um ano na Marshall University. Seus números (13,1 pontos e 8,9 rebotes) chamaram a atenção de uma franquia na NBA: o Sacramento Kings. O menino Whiteside foi a 33ª escolha do Draft de 2010 e tentaria a sorte na Califórnia.

Em duas temporadas, o pivô só atuou em 19 míseros jogos. Sua presença na D-League era constante. Sem conseguir jogar na liga, era enviado para ganhar ritmo de jogo no Reno Bighorns. Foi enviado quatro vezes. Sem espaço, foi dispensado em 16 de julho de 2012. O Memphis Grizzlies viu algo nele e assinou dois contratos com o atleta. Não deu certo. Dispensado novamente sem entrar em quadra.

Foram dois anos sem jogar na NBA. Alternou idas para a D-League, basquete do líbano e basquete chinês (incluindo segunda divisão do basquete local). Em um lindo dia de 24 de novembro de 2014, Whiteside voltava ao melhor basquete do mundo. O Miami Heat estava dando uma chance ao pivô.

Senhores, ainda é muito cedo. Cedo mesmo. Mas vamos ser francos: Pat Riley e sua equipe podem ter achado uma luz no fim do túnel. Se vai ser um trem ou a luz da esperança eu não sei, no entanto está dando muito certo.

Em 13 jogos com a camisa do Heat, Whiteside tem média de 6,6 pontos, 5,7 rebotes e 1,8 blocks. Seu aproveitamento nos arremessos de quadra é de 69% (36 arremessos convertidos em 52 tentativas). A equipe de Miami vai tendo um avanço e evolução significativos. Em anos, o elenco tem um pivô que consegue pontuar e defender. Isso é raro desde 2010 quando Jermaine O'Neal estava no plantel.

Contra o Los Angeles Clippers, ele anotou 23 pontos e 16 rebotes em 28 minutos e se junta à Shaquille O'Neal como os únicos pivôs do Heat a anotar 20+ pts e 15+ rebs desde Alonzo Mourning, em 2001. Aí você nota como o time está sedento de um big man.

Dois anos longe do basquete americano, doutrinando na Líbia e na China, vivendo praticamente na D-League... tudo isso fizeram esse jovem jogador a crescer e receber outra oportunidade (o que o Kings fez foi tudo, menos dar espaço). O Heat viu algo nele MESMO e apostou. O resultado está aí. Enfim a equipe tem um atleta efetivo no garrafão que consegue defender e pontuar. Nos últimos anos, Erik Spoelstra só contou com pivôs que faziam 1 papel, principalmente defenssivo. Chegou HASSAN WHITESIDE, 

1 comentários :

So corrigindo aqui, ele atuou no Libano e não na Libia como vc falou no ultimo paragrafo.

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