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9 de março de 2014

Um monstro chamado Joakim Noah

Estive acompanhando de forma atenta o duelo entre Miami Heat e Chicago Bulls. O jogo estava com toda pinta de vitória dos comandados de Erik Spoelstra. Mas o Bulls, mesmo perdendo por oito pontos ao fim do 3º quarto (67x59), reagiu. Reagiu porque tem Tom Thibodeau. Reagiu porque tem raça. Mas, acima de tudo, reagiu porque tem Joakim Noah.

Esse cara é um monstro, um senhor jogador de basquete. Ele absorve tudo aquilo que é essencial para o sucesso neste jogo. Tem raça, joga para o time, é completo e é carismático. Quer mais o que? Ele vem empilhando triple-doubles. Há muito tempo não se via um pivô tão completo. Esses dias eu falei, em tom de brincadeira: É O JOAKIM NOASH!

Nos últimos quatro jogos, Noah tem média de 9,7 assistências. Para um pivô grandalhão, com toda pinta de desengonçado, é espetacular. Diante do Miami Heat, time no qual ele odeia até a morte, ele anotou 20 pontos, 12 rebotes, 12 rebotes, 7 assistências e 5 tocos. Entre os pivôs (somente pivôs), o último a anotar tais números foi Shaquille O'Neal, no dia 18 de fevereiro de 2004.

O mais bacana de tudo foi ver o seu pai, Yannick Noah, vibrando em cada lance do filho (confira o vídeo abaixo). Após a lesão de Derrick Rose e a saída de Luol Deng, esse time tem um dono: Joakim Noah. O United Center não se conteve e gritou MVP para o pivô de 29 anos. Gritos merecidos para um rapaz batalhador. Senhores, é contagiante a energia de Joakim.

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