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1 de outubro de 2013

Incógnita em Minnesota


Lucas Berté (Representante T-Wolves)

O Timberwolves novamente vem para a temporada como uma incógnita (exatamente igual a temporada passada). O que esperar de um time que pode ir para os playoffs, e ao mesmo tempo não se classificar e pegar uma pick top10 no próximo draft? 

Uma das razões para se referir ao apelido incógnita são as lesões. O All-Star Kevin Love jogou apenas 18 partidas nessa temporada, o mini-gênio Ricky Rubio disputou 57 partidas, a decepção chamada Brandon Roy disputou APENAS 5 partidas na temporada inteira. 

Outra razão deste apelido de incógnita é o staff. A sorte é que David Kahn foi embora.  Escolhas mal feitas, má gestão, deixar Andrei Kirilenko sair, tudo isso ajudou na saída do próprio e na chegada de Flip Saunders. 

Agora vamos falar das coisas boas: Nikola Pekovic vem se firmando cada vez mais como um pivô que pode fazer barulho na liga, ótimo reboteiro. Gostei da temporada do Derrick Williams, que tenta justificar um pouco a alta pick no draft de 2012. Uma boa surpresa foi o novato Alexey Shved. 

Nessa off-season, os T-Wolves contrataram o ótimo chutador Kevin Martin, e o sempre prestativo Corey Brewer. Do draft vieram o até então problemático ala Shabazz Muhammad, de UCLA, e o pivô Gorgui Dieng, de Louisville. 

Bem, o time tem absolutamente TUDO para ir aos playoffs. Só precisa afastar este fantasma chamado LESÕES que assombra o Target Center.

1 comentários :

Concordo. Na última temporada, se os Wolves tivessem o time todo 100%, com certeza iriam incomodar os grandes do Oeste. Mas as lesões tiraram os jogadores mais importantes da equipe e fizeram dele um time mediano. Bem observado o crescimento e presença de garrafão do Pekovic e a razoável temporada do Shved. Mas se K. Love e Rubio não jogarem pelo menos uns 80% da temporada, esquece (neste caso, B. Roy nem entra na conversa).

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