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29 de dezembro de 2012

O basquete da NBA é apaixonante

Cesta no último segundo deu a vitória para os Kings
Há cada dia que passo me orgulho de ter escolhido a NBA como liga para abordar no blog. É incrível. Ontem quando estava fazendo a cobertura dos jogos da noite, dois jogos chamaram a minha atenção e me fizeram fazer este post.

O Los Angeles Clippers perdia por 19 pontos contra o Utah Jazz, no hostil ginásio EnergySolutions Arena. Parecia que a sequência de vitórias estava indo para o espaço. Nada anormal, já que o Jazz é muito forte em casa. Mas aos poucos os Clippers foi tirando a vantagem do rival até que conseguiu a virada. Chris Paul foi sensacional, mas quis emoção no final quando errou um lance livre e deu a oportunidade do Jazz se manter na partida. Depois, com um crossover lindo, Paul matou o jogo. O ginásio pulsava de raiva quando os árbitros, de forma acertada, não marcaram falta em cima de Randy Foye. Segundo os americanos, objetos foram jogados na quadra.

Mas o destaque ficou por conta de Sacramento Kings e New York Knicks. Sem Melo e Felton, o Knicks viu o time da Califórnia abrir 26 pontos de frente. O intervalo apontava 71-50 para os Kings. Com um belo terceiro quarto, o time de New York trouxe a diferença para seis pontos. E aconteceu o inimaginável: o Knicks virou o jogo depois de estar quase 30 pontos atrás. E quando estava 105-103, James Johnson, ala dos Kings, matou uma bola de três no último segundo, no estouro do relógio. QUE VITÓRIA!

Isso é basquete, meus amigos. Tudo parecia decidido, mas aos poucos as partidas foram ficando emocionantes. Aonde você acha isso? No futebol? No vôlei? Não, no basquete. Não estou criticando os outros esportes, apenas não entendo como o basquete ainda não cai nas graças do povo brasileiro, pelo menos da nova geração. É futebol ou MMA. Feliz eu, que escolhi o basquete, que escolhi a NBA. Feliz não. Abençoado. 

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