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16 de agosto de 2011

Kobe Bryant no Brasil não passa de um sonho


Hoje à tarde me deparei com uma notícia bem curiosa: Kobe Bryant pode atuar no Brasil durante a paralisação da liga americana. Animação? Esperança? Não. Gargalhadas. Sejamos sinceros. Quais as reais chances de ver o melhor jogador de basquete da atualidade atuando no problemático basquete brasileiro? Zero.

O NBB já teve três edições. Por mais que melhore em cada temporada, sempre há falhas totalmente visíveis. Desde os problemas de quem está sentado com seu terno e gravata, administrando o nosso basquete, até o fato que nem a TV brasileira respeita o basquete.

Mas voltando ao assunto Kobe no Brasil... Rapidamente, quais clubes teriam condições de trazer o astro? Flamengo? Brasília? Olha que nem vou citar Franca e Pinheiros.

O Kobe é igual um Ronaldinho Gaúcho. Vocês estão lembrado da novela que o Ronaldinho protagonizou no início do ano? Três grandes clubes brasileiros estavam atrás do dentuço. Com diversas parcerias, Grêmio, Flamengo e Palmeiras ofereceram o melhor para o craque do futebol. Ele assinou com o Flamengo, que lhe paga por volta de 1 milhão de reais por mês. E nem quero falar dos contratos publicitários que o jogador faz.

Por mais que tenha conseguido trazer o Ronaldinho, há quem diga que é muito dinheiro para apenas um jogador. E estamos falando de futebol. Imagina um clube brasileiro, que vem dando uma atenção minúscula para o basquete, contratar Kobe Bryant, que só jogará até o acordo coletivo da NBA sair.

O meu ponto é: se no futebol, clubes sofrem para achar dinheiro e oferecerem o melhor para o atleta, vamos pensar no basquete, que vem carregando problemas atrás de problemas. E temos que falar do basquete chinês e do basquete turco, que estão abrindo os cofres sem dó para contar com Kobe.

Seria mágico, lindo, sensacional ver Bryant em solo brasileiro. Ele adora o Brasil. Adora o futebol, respeita os ídolos brasileiros. Seria perfeito. Mas é um sonho. Podemos torcer para ele vir fazer palestras, jogos festivos. Mas jogar, treinar, dar entrevista coletiva pensando nos próximos jogos do NBB, é quase impossível. Infelizmente.

3 comentários :

Entendo sua visão Matheus, mas acho totalmente plausível a vinda dele. Por que? Porque o interesse é DELE, partiu DELE a possibilidade de jogar no Brasil. Outra, Nash também quer vir.

Leandrinho já veio, será que não terá pelo menos uma grande empresa que traga esses caras pra cá? Empresa é que não falta ... só falta abrirem o olho e trabalharem.

acredito nisso !!
da até raiva ver as reportagens de basquete da rede globo a maior ki ví durou 15 segundos !
Sem falar ki pra mostrar o campeão da NBA a matéria nun dorou nem 10 segundos ! triste !

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