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28 de julho de 2011

Kendrick Perkins faz uma tremenda falta para o Boston Celtics


"Não era como um homem que morreu ou algo assim", disse Rondo. "Acho que colocaram muita ênfase sobre ele. É um negócio. Ele ficou aberto. Ele está muito feliz onde ele está."

No mês de fevereiro, o executivo do Celtics, Danny Angie, enviou o pivô Kendrick Perkins para o Oklahoma City Thunder pelo ala Jeff Green. Em teoria, isso fazia sentido. Perkins estava saindo de uma lesão no joelho desagradável. Ele queria um grande contrato. E Green, um jogador talentoso, seria um gás para o big three.

A realidade foi diferente, entretanto. Perkins, mesmo voltando de lesão, formou uma grande parte da identidade do Celtics como um time resistente e com uma belíssima mentalidade defensiva.

E Perkins fez as pequenas coisas: ele bateu, ele olhou, ele se recuperou, ele bloqueou arremessos, às vezes ele fazia os seus arremessos e era feliz. Em suma, ele fez o que um envelhecido Kevin Garnett não é mais capaz de fazer.

E o pensamento de Angie era: "bom, Shaq e Jermaine estão ficando saudáveis novamente. Vamos trocar o Perkins logo!"

Hoje o Celtics está pobre no setor. Shaq se aposentou. O time tem Jermaine, mas ele é vertano e se lesiona fácil. A saída pode ser o jogador draftado: JaJuan Johnson. É arriscado. Outra coisa arriscada é improvisar Glen Davis na posição, mas esse é agente livre e pode dar adeus ao time.

Trocar Perkins, na hora, era a melhor coisa. Agora, foi a pior. Ele era querido em Boston, tem talento. O maior fato é que ele está fazendo falta a esse time, que sofreu na reta final da temporada regular e nos playoffs. Isso é inegável.

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