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29 de junho de 2011

Últimas informações sobre a penúltima reunião para evitar o lockout


Em meio a uma escuridão, o comissário da NBA David Stern tentou nesta terça-feira reunir um tom esperançoso que se dirigia para a última negociação agendada com o sindicato dos jogadores antes da expiração do atual acordo coletivo.

Num hotel em Dallas, Stern e o vice-comissário Adam Silver disseram que os proprietários da liga autorizaram um lockout se não houver o novo acordo trabalhista antes do prazo final.

"Há sempre tempo para fazer um acordo", insistiu Stern.

No entanto, uma fonte próxima às negociações disse à ESPN.com que "é um sinal" indicativo da grande diferença entre os lados (proprietários e união dos jogadores), deixando apenas a sessão de quinta-feira como uma simples reunião em Nova York na última esperança de não existir a greve.

O chefe da união, Billy Hunter, disse ao Sports Business Journal na terça-feira que o prazo pode ser estendido se ambos os lados demonstram um desejo, mas ele está esperando o pior, se nenhum avanço for concretizado.


No encontro com os jornalistas em Dallas, Stern não quis especular sobre a probabilidade de uma paralisação ou uma extensão na negociação. Ele também afirmou que foi a escolha do sindicato esperar até quinta-feira antes de retomar as negociações.

Caso não haja progresso nas negociações na última reunião, o lockout começaria no primeiro minuto da sexta-feira, e seria primeira interrupção da NBA desde a temporada 1998-99 onde as equipes jogaram apenas 50 jogos. Os lados permanecem distantes em concordar com uma divisão da receita anual, que a liga pretende reduzir drasticamente a partir de partes dos jogadores atuais de 57%, ao mesmo tempo, encurtando a duração dos contratos garantidos.

Uma das perguntas mais recorrentes no twitter do blog: "vai haver lockout?". Eu, como não gosto de esperar, já me adianto e falo: sim, haverá lockout. Infelizmente. Difícil o pessoal se "ajeitar" na última reunião após serem feitas diversas. Mas a notícia boa é que podemos sentir interesse duas partes em assinar o acordo. Mais um tempo de conversa e os fãs na torcida pelo acerto, podem ser cruciais para que saia o acordo. A torcida é grande.

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